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Tubo Decantador Tipo Pera: Controle de Concentração

Entenda como o tubo decantador tipo “pera” contribui para a precisão e reprodutibilidade no controle de concentração de partículas magnéticas (PM), em conformidade com as normas técnicas aplicáveis.


O papel do tubo decantador tipo pera

O ensaio por partículas magnéticas (PM) é amplamente utilizado para detectar descontinuidades superficiais e subsuperficiais em materiais ferromagnéticos.
Nos ensaios via úmida, a concentração adequada das partículas magnéticas no banho é determinante para a sensibilidade e repetibilidade dos resultados.

Um detalhe técnico faz toda a diferença: o uso do tubo decantador tipo “pera”, acessório essencial para medir a concentração do banho com precisão, rapidez e rastreabilidade.


Supermagna Tubo Decantador Tipo Pera: o que é e como funciona

O Supermagna Tubo Decantador tipo “pera” é um acessório auxiliar utilizado para determinar a quantidade de partículas magnéticas por volume de fluido na suspensão utilizada no ensaio via úmida. Com escala graduada, permite a leitura do volume de partículas decantadas após um período de repouso.

Existem dois modelos principais, desenvolvidos conforme o tipo de partícula:

  • Supermagna Tubo Decantador com fundo de escala de 0,1 ml (escala fina): indicado para partículas coloridas;
  • Supermagna Tubo Decantador com fundo de escala de 0,05 ml (escala mais sensível): indicado para partículas fluorescentes.

Principais aplicações:

  • Verificação da concentração adequada do banho de partículas magnéticas antes da execução do ensaio;
  • Avaliação dos níveis de contaminação do banho durante o uso.

Por que o controle de concentração é essencial

Com o uso contínuo, o banho de partículas magnéticas pode sofrer alterações que comprometem diretamente a confiabilidade dos resultados. Entre as principais causas estão:

  • Evaporação da fase líquida;
  • Decantação natural das partículas;
  • Contaminação por óleo, sujeira ou resíduos metálicos.

Essas variações podem afetar a sensibilidade do ensaio:

  • Excesso de partículas: gera indicações falsas e aumenta o ruído de fundo;
  • Baixa concentração: reduz a visibilidade e dificulta a detecção de descontinuidades reais.

Além do controle adequado, a qualidade das partículas magnéticas utilizadas é fator determinante para o desempenho do ensaio.

As partículas magnéticas Metal-Chek são desenvolvidas com formulações específicas para atender aos requisitos normativos.


Como usar corretamente o Supermagna Tubo Decantador tipo “pera”

O uso do Supermagna Tubo Decantador tipo “pera” deve seguir as instruções específicas de cada produto e veículo, além das orientações do procedimento de ensaio qualificado.
De forma geral, o processo envolve a agitação da suspensão para homogeneização, o preenchimento do tubo até o volume indicado e o repouso por tempo suficiente para que as partículas se depositem por gravidade.

Após o período definido, realiza-se a leitura do volume decantado, observando a interface entre o fluido e as partículas.
A leitura deve ser realizada de acordo com o tipo de partícula utilizada:
– Para partículas coloridas, deve-se utilizar luz visível de modo a proporcionar boa visibilidade da linha de separação entre o fluido e as partículas.
– Para partículas fluorescentes, a leitura requer o uso de luz ultravioleta (UV-A), em ambiente escurecido, conforme os requisitos estabelecidos pelas normas aplicáveis.

Os resultados obtidos servem como comparativo com os valores de referência indicados pelo fabricante das partículas magnéticas ou conforme o procedimento técnico aprovado por um Inspetor Nível 3, garantindo que o controle de concentração esteja em conformidade com as práticas estabelecidas para o ensaio.


Referências normativas

O controle de concentração com o Supermagna Tubo Decantador tipo “pera” está respaldado nas principais normas internacionais e nacionais aplicáveis aos ensaios por partículas magnéticas, como:

  • ASTM E709Standard Guide for Magnetic Particle Testing
  • NM 342Ensaios Não Destrutivos — Partículas Magnéticas — Detecção de Descontinuidades
  • PETROBRAS N-1598Ensaio por Partículas Magnéticas
  • ASME Seção V, Art. 7Magnetic Particle Examination

Boas práticas e periodicidade do controle

Para manter a estabilidade da suspensão, recomenda-se:

  • Efetuar o controle de concentração diariamente (ou antes de cada turno de inspeção);
  • Registrar os resultados em planilhas ou formulários de controle de qualidade;
  • Renovar o banho sempre que houver contaminação visível, espuma ou variação fora dos limites definidos;
  • Verificar periodicamente o estado físico do tubo decantador (trincas, sujeira ou escala ilegível).

Essas práticas contribuem para a reprodutibilidade nos ensaios e confiabilidade nos resultados, a fim de evitar retrabalhos e desperdícios.


Aviso técnico

Este conteúdo tem caráter educativo. A aplicação dos métodos e parâmetros de ensaio deve seguir um procedimento qualificado e aprovado por um Inspetor Nível 3.


Excelência Metal-Chek

Excelência em produtos para quem busca resultados confiáveis.
A Metal-Chek fornece soluções completas para Ensaios Não Destrutivos (END): partículas magnéticas, tintas de contraste, yokes, acessórios e tubos decantadores — todos desenvolvidos conforme as principais normas ASTM, ASME, NM e PETROBRAS.

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Partículas Magnéticas: diferença entre métodos secos e úmidos

Descubra as diferenças entre os métodos seco e úmido do ensaio por partículas magnéticas, suas aplicações práticas e como garantir resultados confiáveis conforme normas técnicas.

A importância do método correto nos Ensaios Não Destrutivos

O ensaio por partículas magnéticas (PM) é amplamente utilizado na indústria para detectar descontinuidades superficiais e subsuperficiais em materiais ferromagnéticos.
O método é valorizado por sua sensibilidade, rapidez e baixo custo operacional, sendo aplicado em setores como petróleo e gás, automotivo, metalúrgico e aeronáutico.

Contudo, para garantir resultados precisos, é essencial compreender as diferenças entre os métodos via seca e via úmida, já que cada um apresenta características e aplicações específicas.


Princípio do ensaio

O método de partículas magnéticas baseia-se na magnetização de um material ferromagnético.
Quando o campo magnético encontra uma descontinuidade, há a formação um campo de fuga, atraindo as partículas magnéticas e formando uma indicação sobre a superfície.

Essas partículas podem ser coloridas (visíveis sob luz branca) ou fluorescentes (visíveis sob luz UV-A), conforme as normas ASTM E709 – Standard Guide for Magnetic Particle Testing e NM 342 – Ensaios não destrutivos — Partículas Magnéticas — Detecção de Descontinuidades.


Ensaio por partículas magnéticas – método seco: praticidade e agilidade em campo

O ensaio por via seca utiliza partículas magnéticas em pó aplicadas diretamente sobre a peça durante a magnetização.
Essas partículas aderem às áreas de campo de fuga, formando indicações visíveis ao inspetor.

Características principais do método seco

  • Ideal para ensaios em campo ou inspeções em grandes estruturas;
  • Dispensa veículos líquidos, tornando o processo portátil e rápido;
  • Adequado para superfícies ásperas, irregulares ou com geometria complexa;
  • Pode ser aplicado em peças a altas temperaturas (até 180 °C).

Você sabia?

  • A partícula SUPERMAGNA WD-55 da Metal-Chek pode ser utilizada até 400 °C.
  • A partícula SUPERMAGNA CRL 265 AG/SN da Metal-Chek pode ser aplicada em ambientes não escurecidos, com intensidade de luz visível de até 1000 lx.

Limitações do método seco

  • Menor sensibilidade que o método úmido, especialmente em pequenas descontinuidades;
  • Pode gerar acúmulo irregular de partículas se não aplicado adequadamente;
  • Requer experiência do inspetor para interpretação das indicações.

Ensaio por partículas magnéticas – método úmido: precisão e sensibilidade

No ensaio por via úmida, as partículas magnéticas são suspensas em água ou óleo, formando uma suspensão homogênea aplicada sobre a superfície durante a magnetização.
Essa técnica oferece maior mobilidade das partículas, resultando em melhor sensibilidade na detecção de descontinuidades.

Características principais do método úmido

  • Indicado para ensaios de alta precisão;
  • Possibilita o uso de partículas fluorescentes, inspecionadas sob luz UV-A;
  • Requer controle rigoroso da suspensão quanto à concentração e contaminação;
  • As medições são verificadas com tubo decantador tipo “pera” (ASTM E709).

Para partículas fluorescentes, a concentração ideal está entre 0,1 e 0,4 mL;
para partículas coloridas, entre 1,2 e 2,4 mL, conforme ASTM E709 e NM 342.

Limitações do método úmido

  • Requer equipamentos adicionais (lanterna UV) para a técnica fluorescente;
  • Demanda ambiente escurecido para a técnica fluorescente;
  • Necessita maior controle de processo (concentração e contaminação).

Aviso importante:
Este artigo tem caráter educativo. A definição do método, técnica e parâmetros de ensaio deve ser realizada por um Inspetor Nível 3 em um procedimento qualificado e aprovado.


Produtos Metal-Chek em conformidade normativa

A Metal-Chek oferece soluções completas para ensaios por partículas magnéticas, desenvolvidas conforme as principais normas internacionais:

  • Partículas magnéticas coloridas e fluorescentes (via seca e via úmida);
  • Condicionadores para suspensão em água;
  • Tintas de contraste de alta opacidade para inspeções sob luz branca;
  • Yokes eletromagnéticos Supermagna HMM6, robustos, portáteis e normativamente compatíveis.

Todos os produtos são formulados para atender aos requisitos normativos, garantindo conformidade, sensibilidade e repetibilidade nos resultados.


Quando aplicar cada método de ensaio por partículas magnéticas

Os métodos seco e úmido do ensaio por partículas magnéticas são característicos e sua aplicação deve basear-se nas condições do ensaio e nos requisitos do procedimento

Independentemente do método, utilizar produtos confiáveis e de qualidade comprovada é essencial para garantir resultados consistentes e reprodutíveis — e é nesse ponto que a Metal-Chek se destaca.


Excelência em produtos para quem busca resultados confiáveis.

A Metal-Chek fornece soluções completas para END: partículas magnéticas, tintas de contraste, condicionadores e yokes eletromagnéticos, desenvolvidos conforme as principais normas ASTM, ASME, NM e PETROBRAS, garantindo segurança, precisão e conformidade técnica em cada inspeção.

Conheça a linha completa Metal-Chek

Entre em contato nossa equipe.

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Normas Técnicas que Regem os Ensaios por Líquidos Penetrantes e Partículas Magnéticas

A importância das normas técnicas nos Ensaios Não Destrutivos

Os Ensaios Não Destrutivos (END) são indispensáveis para garantir a integridade de equipamentos e componentes utilizados em diferentes segmentos industriais.
Entre os métodos mais aplicados estão o ensaio por líquidos penetrantes (LP) e o ensaio por partículas magnéticas (PM).

Ambos permitem identificar descontinuidades que poderiam comprometer a segurança e a performance de estruturas metálicas, soldas, eixos ou peças fundidas, etc.

Para assegurar a qualidade e padronização dos resultados, há um conjunto de normas técnicas nacionais e internacionais que estabelecem critérios de execução, materiais e condições de ensaio.

A seguir, veja quais são essas normas e o que cada uma determina de forma resumida.


Normas aplicáveis ao Ensaio por Líquidos Penetrantes (LP)

ASTM E1417 – Standard Practice for Liquid Penetrant Testing

É a principal norma internacional para o método de Líquidos Penetrantes.
Define os parâmetros essenciais para execução segura e precisa do ensaio, incluindo:

  • classificação dos penetrantes (fluorescentes e coloridos);
  • métodos de remoção (lavável com água, pós-emulsificável, removível com solvente);
  • requisitos de iluminação e sensibilidade;
  • etapas do processo, como limpeza, penetração e revelação.
  • controles de processo.

ISO 3452 – Non-Destructive Testing – Penetrant Testing

A série ISO 3452 estabelece padrões internacionais, materiais e equipamentos.
Entre seus principais tópicos estão:

  • Parte 1: princípios gerais;
  • Parte 2: requisitos de materiais penetrantes;
  • Parte 3: blocos de referência;
  • Parte 4: equipamento;
  • Parte 5: requisitos para ensaios por líquido penetrante a temperaturas maiores que 50 °C.

NM 334 – Ensaios não destrutivos — Líquidos penetrantes — Detecção de descontinuidades

Norma Mercosul que define os principais requisitos para inspeções por LP no contexto nacional, incluindo:

  • terminologia e simbologia técnica;
  • etapas de ensaio (pré-limpeza, aplicação, penetração, remoção, revelação e avaliação);
  • níveis mínimos de iluminação;

ASTM E165 – Standard Practice for Liquid Penetrant Testing for General Industry

Norma que define os procedimentos e critérios gerais para o ensaio por líquidos penetrantes (LP) em aplicações industriais.
Estabelece requisitos para:

  • classificação de penetrantes (fluorescentes ou coloridos);
  • métodos de remoção (água, solvente ou pós-emulsificável);
  • controle de iluminação, temperatura e tempo de penetração;
  • verificação da sensibilidade e controle de qualidade dos produtos.

PETROBRAS N-1596

Define:

  • parâmetros de ensaio e tempos mínimos/máximos de processo;
  • requisitos de procedimento;
  • condições de iluminação;
  • classificação e rastreabilidade de produtos;
  • requisitos para execução e qualificação de pessoal.

PETROBRAS N-2370

Fornece:

  • orientações gerais de segurança, documentação e rastreabilidade;
  • avaliação de materiais penetrantes.

ASME V – Art. 6

Parte integrante do Boiler and Pressure Vessel Code (BPVC) da ASME, define os requisitos para o ensaio por líquidos penetrantes aplicado em caldeiras, vasos de pressão e equipamentos pressurizados.
Contém:

  • especificações para materiais e equipamentos;
  • verificação de sensibilidade do sistema de ensaio;
  • controle de processo e intervalos de inspeção;
  • aceitação conforme códigos de fabricação.

Normas aplicáveis ao Ensaio por Partículas Magnéticas (PM)

ASTM E709 – Standard Guide for Magnetic Particle Testing

Principal norma internacional que rege o ensaio por partículas magnéticas.
Ela estabelece as boas práticas e diretrizes de aplicação para:

  • técnicas de magnetização (yoke, eletrodos, bobina, condutor central e contato direto);
  • uso de partículas coloridas e fluorescentes;
  • controle de corrente elétrica e direção de campo;
  • verificação da concentração de partículas e iluminação (visível e UV).

ASTM E3024 – Standard Practice for Magnetic Particle Testing for General Industry

Complementa a ASTM E709 e apresenta instruções específicas para inspeções na indústria geral.


NM 342 – Ensaios não destrutivos — Partículas magnéticas — Detecção de descontinuidades

Determina parâmetros técnicos para execução do ensaio em conformidade com padrões internacionais:

  • aplicação por via seca e via úmida;
  • características das partículas magnéticas e dos veículos líquidos;
  • faixas de concentração recomendadas para via úmida (0,1 a 0,4 mL para fluorescentes e 1,2 a 2,4 mL para coloridas);
  • controle de intensidade de iluminação para luz Visível e UV-A.

ASTM E1444 – Standard Practice for Liquid Penetrant Testing for Aerospace

Específica para o setor aeronáutico e aeroespacial, que define práticas detalhadas de ensaio por partículas magnéticas (PM).
Estabelece:

  • requisitos de materiais magnéticos e veículos;
  • limites de concentração e controle de banho;
  • verificações de iluminação UV-A e luz branca;
  • critérios rigorosos de calibração e aceitação.

PETROBRAS N-1598

Define os critérios de execução do método PM em materiais ferromagnéticos.
Aborda:

  • técnicas de magnetização;
  • requisitos de iluminação UV e intensidade de campo;
  • procedimentos de calibração.

ASME V – Art. 7

Parte do ASME Boiler and Pressure Vessel Code, define os requisitos para o ensaio por partículas magnéticas em equipamentos pressurizados e componentes soldados.
Abrange:

  • tipos de corrente elétrica e técnicas de magnetização;
  • controle de intensidade do campo magnético;
  • meios de detecção;
  • critérios de aceitação e qualificação do sistema de ensaio.

ISO 9934 – Non-Destructive Testing – Magnetic Particle Testing

A série ISO 9934 estabelece padrões internacionais, materiais e equipamentos.
Entre seus principais tópicos estão:

  • Parte 1: princípios gerais;
  • Parte 2: meio de detecção;
  • Parte 3: equipamento;

Importância das normas técnicas para a confiabilidade dos END

As normas que regem os métodos de líquidos penetrantes e partículas magnéticas são a base técnica que garante confiabilidade e regulamentação aos Ensaios Não Destrutivos.
Elas orientam desde o desenvolvimento de produtos até a aplicação prática no ambiente industrial, assegurando qualidade, segurança e padronização em cada inspeção.

Conhecer essas normas é essencial para quem atua com controle de qualidade, manutenção e inspeção — seja na indústria pesada, petroquímica, aeronáutica ou metalúrgica.


Aviso importante:
Este conteúdo tem caráter educativo. A aplicação dos métodos e parâmetros de ensaio deve seguir um procedimento qualificado e aprovado por um Inspetor Nível 3.


Solução em Ensaios Não Destrutivos

A Metal-Chek fornece soluções completas para END: líquidos penetrantes, partículas magnéticas, yoke e acessórios, desenvolvidos conforme as principais normas ASTM, ISO, ASME, NM, PETROBRAS, garantindo qualidade, segurança e conformidade técnica em cada inspeção.

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Inspeção por Partículas Magnéticas: Como a Combinação Supermagna Yoke HMM6 + SBW 333/O + Contraste 104 Garante Precisão e Confiabilidade

Descubra como a combinação Supermagna Yoke HMM6, SBW 333/O e Contraste 104 da Metal-Chek garante inspeções por partículas magnéticas mais rápidas, precisas e seguras, em conformidade com normas técnicas.


Por que a confiabilidade na inspeção é vital na indústria

Na indústria, confiabilidade significa economia e segurança. Afinal, uma descontinuidade superficial não identificada pode comprometer a operação de equipamentos críticos, gerar retrabalho, paradas não programadas e até acidentes.
Por isso, a aplicação de técnicas de Ensaios Não Destrutivos (END) é indispensável. Entre os métodos disponíveis, a inspeção por partículas magnéticas (PM) se destaca pela alta sensibilidade em materiais ferromagnéticos.

No entanto, não basta apenas ter um bom equipamento: é essencial contar também com partículas magnéticas adequadas e um contraste eficiente para garantir resultados consistentes.
É justamente aqui que entra a proposta da Metal-Chek: a combinação do Supermagna Yoke HMM6, do SBW 333/O e do Contraste 104. Juntos, esses produtos formam um sistema completo que assegura inspeções rápidas, precisas e seguras.


Supermagna Yoke HMM6: Potência e Robustez em Campo

O Supermagna Yoke HMM6 é um equipamento eletromagnético portátil, projetado para gerar o campo magnético (CA – Corrente Alternada) necessário à inspeção por partículas magnéticas na técnica do yoke.
Além disso, sua construção robusta o torna ideal para uso tanto em campo quanto em fábrica.

Principais características:

  • Portátil e robusto – ideal para inspeções em campo e fábrica.
  • Sem condução de corrente pela peça – a magnetização é realizada por campo, garantindo maior segurança.
  • Aplicações – soldas, estruturas metálicas, peças fundidas e forjadas.
  • Normativo – atende às principais normas nacionais e internacionais. 

SBW 333/O: Partículas Magnéticas Visíveis em Suspensão Oleosa

As partículas magnéticas são responsáveis por tornar visíveis as descontinuidades presentes na peça magnetizada.

O SBW 333/O é uma suspensão oleosa para a via úmida visível, formulada para oferecer alta sensibilidade e estabilidade.

Dessa forma, garante indicações nítidas e consistentes durante o processo de inspeção.

Destaques:

  • Pronto para uso.
  • Excelente visualização das descontinuidades em produtos acabados.
  • Alta definição das indicações sob luz visível, com ótima sensibilidade.

Contraste 104: Visibilidade Aprimorada

O Contraste 104 cria um fundo branco que realça as indicações das partículas magnéticas visíveis, garantindo máxima definição e confiabilidade na inspeção.

Em outras palavras, ele amplia a legibilidade das indicações e contribui para uma interpretação mais precisa.

Principais funções:

  • Aumenta o contraste das partículas com a superfície.
  • Aumento na sensibilidade do ensaio.
  • Conformidade com normas técnicas.

Como Funciona a Combinação Supermagna Yoke HMM6 + SBW 333/O + Contraste 104

De forma simples e eficiente, o processo ocorre em quatro etapas:

  1. Aplicação do Contraste 104 – fundo branco uniforme na área a ser inspecionada.
  2. Magnetização com o Supermagna Yoke HMM6 – geração do campo magnético sobre a peça.
  3. Aplicação do SBW 333/O – suspensão oleosa visível depositada na superfície magnetizada.
  4. Interpretação dos resultados – as partículas se acumulam em regiões de fuga de campo, revelando descontinuidades superficiais de forma imediata.

Vantagens da Combinação Metal-Chek

  • Sensibilidade elevada – maior precisão na detecção de descontinuidades superficiais.
  • Rapidez operacional – indicações visíveis no momento da inspeção.
  • Versatilidade de aplicação – setores como petróleo & gás, energia, metalurgia, automotivo, naval e nuclear.

Além disso, essa combinação reduz retrabalhos e aumenta a eficiência das equipes de inspeção.


Normas Técnicas de Referência

A combinação do Supermagna Yoke HMM6 + SBW 333/O + Contraste 104 atende às exigências de normas internacionais e nacionais, como:

  • ASTM E709
  • ASTM E3024
  • ISO 9934 (1 e 2)
  • NM 342
  • ASME BPVC Seção V, Artigo 7
  • PETROBRAS N-1598

Por que escolher a Metal-Chek

A Metal-Chek é referência nacional em soluções para Ensaios Não Destrutivos, com produtos desenvolvidos segundo rigorosos padrões de qualidade e testados em aplicações industriais reais.

Portanto, ao adotar a combinação Supermagna Yoke HMM6 + SBW 333/O + Contraste 104, sua empresa ganha em:

  • Confiabilidade dos resultados.
  • Rapidez na execução e interpretação.
  • Segurança e eficiência operacional.

A inspeção por partículas magnéticas é um método consolidado entre os Ensaios Não Destrutivos e continua sendo essencial para garantir a integridade de componentes e estruturas metálicas. Sua eficácia, porém, depende diretamente da qualidade dos equipamentos e produtos.

Com a combinação do Supermagna Yoke HMM6, do SBW 333/O e do Contraste 104, a Metal-Chek entrega uma solução completa para a realização de Ensaios Não Destrutivos.

Dessa forma, a inspeção ganha em confiabilidade, agilidade e segurança operacional.
Essa integração garante:
Confiabilidade e precisão nos resultados.
Rapidez na execução e interpretação das indicações.
Segurança e eficiência nas operações industriais.

Se o objetivo da sua empresa é elevar o padrão de inspeção e fortalecer a confiabilidade dos processos, conte com a Metal-Chek.

Metal-Chek – referência em soluções para Ensaios Não Destrutivos.

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Como Realizar uma Inspeção Eficiente por Partículas Magnéticas: Guia para Profissionais

Descubra como planejar e executar inspeções por partículas magnéticas, garantindo rapidez, confiabilidade e conformidade com normas técnicas.


Inspeções industriais podem apresentar desafios como falta de infraestrutura, limitações de espaço, condições adversas e a necessidade de resultados rápidos e confiáveis.

Nesse contexto, os Ensaios Não Destrutivos (END) por partículas magnéticas (PM) se destacam como uma solução prática para a detecção de descontinuidades superficiais em materiais ferromagnéticos.

Este guia prático é voltado para profissionais de manutenção, inspetores e engenheiros, mostrando como realizar inspeções por partículas magnéticas com eficiência, segurança e conformidade normativa, mesmo fora de ambientes controlados de laboratório.


Preparação da Superfície

Uma das maiores dificuldades em inspeções é lidar com superfícies contaminadas por graxa, óleo, respingos de solda ou oxidação. A preparação correta da área é fundamental para evitar falsas indicações.

Técnicas recomendadas:

Escova de aço (manual ou rotativa): remoção rápida de oxidação em soldas e estruturas metálicas.
Esmerilhamento: indicado para remoção de revestimentos e oxidação persistente.
Solventes e panos limpos: eliminam graxas e óleos.

Quanto melhor a preparação, maior a confiabilidade da inspeção.


Escolha da Técnica

O tipo de aplicação das partículas magnéticas deve considerar condições ambientais, tempo disponível e sensibilidade necessária.

  • Via seca:

Vantagens → ideal para superfícies com alta temperatura

Limitações → menor sensibilidade para pequenas descontinuidades

  • Via úmida (água ou óleo):

Vantagens → alta sensibilidade, indicada para detectar descontinuidades pequenas.

  • Via úmida colorida

Vantagens → visível sob luz branca, sem necessidade de luminárias especiais.

Limitações → temperatura de utilização

  • Partículas via úmida fluorescentes:

Vantagens → máxima sensibilidade sob luz UV-A.

Limitações → temperatura de utilização, visível somente sob luz UV-A.


Cuidados em Espaços Confinados

Inspeções em tanques, vasos e estruturas confinadas exigem medidas adicionais de segurança:

  • Utilizar equipamentos portáteis e robustos, como o Supermagna Yoke HMM6, que funciona em diferentes posições e não conduz corrente pela peça.
  • Respeitar normas de segurança ocupacional (ex.: NR-33 – Segurança em Espaços Confinados).

A escolha de equipamentos resistentes é decisiva para reduzir riscos e aumentar a confiabilidade em ambientes desafiadores.


Normas Técnicas que Regulam Ensaios

A inspeção por partículas magnéticas pode seguir normas reconhecidas para garantir resultados confiáveis:

  • ASTM E709
  • ISO 9934 (1 a 2)
  • PETROBRAS N-1598
  • ASME Seção V, Artigo 7

Equipamentos Recomendados para Inspeções

Para inspeções por partículas magnéticas, o ideal é utilizar equipamentos que combinem resistência, segurança e conformidade normativa.

O Supermagna Yoke HMM6, por exemplo, é projetado para atender a essas necessidades:

  • Portátil e robusto.
  • Seguro em atmosferas potencialmente explosivas.
  • Atende normas ASTM, ISO, ASME e PETROBRAS
  • Indicado para inspeções em soldas, estruturas metálicas, peças fundidas, forjadas etc.

A inspeção por partículas magnéticas é uma ferramenta estratégica para a manutenção industrial. Quando realizada de forma correta — com preparação adequada da superfície, escolha apropriada da técnica e uso de equipamentos confiáveis — garante segurança operacional, conformidade normativa e redução de custos.

Se sua empresa atua em setores como petróleo & gás, energia, automotivo ou metalúrgico, o Supermagna Yoke HMM6 da Metal-Chek é a solução ideal para garantir resultados confiáveis e dentro das normas.

Fale com nossa equipe técnica.

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Supermagna Yoke HMM6 indispensável em ensaios não destrutivos por partículas magnéticas

Na indústria moderna, a confiabilidade dos equipamentos e estruturas metálicas é fator decisivo para a segurança operacional e a redução de custos. Uma falha em um componente crítico pode gerar não apenas prejuízos financeiros, mas também colocar vidas em risco. É nesse cenário que os Ensaios Não Destrutivos (END) desempenham papel estratégico, pois permitem avaliar a integridade de peças sem causar danos.

Entre os métodos mais utilizados de END, o ensaio por partículas magnéticas (PM) se destaca pela eficiência na detecção de descontinuidades superficiais em materiais ferromagnéticos. Dentro deste método, um equipamento se mostra indispensável: o Supermagna Yoke HMM6.

O Supermagna Yoke HMM6, é um dispositivo portátil que se tornou ferramenta essencial para inspetores e técnicos de manutenção industrial. Ao longo deste artigo, vamos explorar em detalhes o que é o Supermagna Yoke HMM6, como ele funciona, suas aplicações, os requisitos normativos e, principalmente, porque ele é fundamental para garantir a qualidade e a segurança em inspeções industriais.


O que é o Supermagna Yoke HMM6?

O Supermagna Yoke HMM6 é um eletroímã em formato de “U” invertido, dotado de duas pernas (fixas ou articuláveis), que quando apoiadas sobre uma peça ferromagnética geram um campo magnético longitudinal entre seus polos. Esse campo permite revelar falhas superficiais ao aplicar partículas magnéticas sobre a área inspecionada.

Diferente de outras técnicas, o Supermagna Yoke HMM6 não conduz corrente elétrica pela peça, mas sim pela bobina do próprio equipamento. Essa característica traz duas grandes vantagens:

  1. Segurança: pode ser usado em atmosferas potencialmente explosivas ou inflamáveis, pois não há risco de faíscas elétricas.
  2. Preservação da peça: não há risco de aquecimento ou danos superficiais durante o ensaio.

Além disso, o Supermagna Yoke HMM6 é projetado para ser portátil e resistente, o que o torna ideal para inspeções em campo, locais de difícil acesso e situações em que a mobilidade do inspetor é fundamental.

Fundamentos Magnéticos Aplicados ao Supermagna Yoke HMM6

Para compreender a importância do Supermagna Yoke HMM6, é preciso retomar alguns conceitos básicos de magnetismo:

  • Campo magnético: região ao redor de um ímã ou condutor percorrido por corrente elétrica onde atuam forças magnéticas.
  • Campo de fuga: interrupção nas linhas de fluxo magnético causada por uma descontinuidade, como uma trinca ou inclusão.
  • Partículas magnéticas: pó seco ou suspensão líquida que, quando aplicada sobre a superfície magnetizada, se acumula no campo de fuga, revelando visualmente a falha.

O Supermagna Yoke HMM6, ao magnetizar a peça, destaca essas descontinuidades de forma imediata.


Aplicações do Supermagna Yoke HMM6 na Indústria

O Supermagna Yoke HMM6 é amplamente utilizado em setores onde a segurança estrutural e a confiabilidade operacional são indispensáveis:

  • Soldagem e caldeiraria: inspeção de cordões de solda, detecção de trincas e falta de fusão.
  • Petroquímica e óleo & gás: vasos de pressão, tubulações, flanges e conexões críticas.
  • Setor automotivo e ferroviário: eixos, rodas, engrenagens, trilhos e sistemas de frenagem.
  • Aeronáutico e aeroespacial: inspeção de trens de pouso e componentes estruturais.
  • Energia: turbinas hidráulicas, componentes de usinas térmicas e nucleares.

Em todos esses setores, o Supermagna Yoke HMM6 se destaca pela rapidez de aplicação e resultado imediato, permitindo decisões ágeis sobre reparos ou substituições.


Normas de Referência

  • ASTM E1444 – Prática padrão para ensaio por partículas magnéticas.
  • ASTM E709 – Guia padrão para ensaio por partículas magnéticas.
  • ASTM E3024 – Orientações que contemplam calibração de equipamentos, técnicas de magnetização, critérios de aceitação e capacitação do pessoal.
  • PETROBRAS N-1598 – Estabelece requisito técnicos obrigatórios e instruções sobre como lidar com não-conformidades paraEnsaio Não Destrutivo: Partículas Magnéticas.
  • ASME Seção V – Artigo 7 – Requisitos para ensaio por partículas magnéticas em materiais ferromagnéticos, aplicável a vasos de pressão, caldeiras e outros componentes abrangidos pelo código ASME.

Por que o Supermagna Yoke HMM6 é Essencial na Manutenção Industrial?

Porque ele vai muito além de um equipamento de inspeção — é um investimento estratégico em segurança, produtividade e conformidade.

  • Minimiza paradas não programadas → detecta falhas antes que evoluam para quebras.
  • Reduz custos → evita retrabalhos e substituições desnecessárias.
  • Mais segurança → protege pessoas e patrimônio.
  • Mobilidade e praticidade → ideal para equipes que precisam de agilidade no campo.
  • Robustez e durabilidade → ideal para uso intensivo em ambientes industriais.

O impacto para a sua empresa

O Supermagna Yoke HMM6 em ensaios por partículas magnéticas é peça-chave na manutenção industrial, combinando simplicidade, eficiência e conformidade normativa. Sua aplicação em diferentes setores reforça sua relevância como equipamento indispensável em programas de inspeção.

Ao escolher o Supermagna Yoke HMM6 Metal-Chek, sua empresa garante resultados confiáveis, suporte técnico especializado e condições comerciais vantajosas.

Fale com nosso time técnico e descubra como o Supermagna Yoke HMM6 pode aumentar a segurança e a eficiência das suas inspeções.

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E-59: Solvente Alifático para Ensaios Não Destrutivos e Limpeza Industrial Pesada

Na manutenção industrial, a eficiência de um solvente vai muito além da limpeza. O E-59 é um exemplo claro: desenvolvido como solvente alifático, ele desempenha um papel estratégico tanto em ensaios não destrutivos (END) quanto na limpeza pesada de componentes industriais, especialmente em ambientes onde óleo de lubrificação é um desafio constante.


E-59 em Ensaios Não Destrutivos

Nos processos de inspeção e controle de qualidade, a escolha do solvente correto impacta diretamente na eficácia dos ensaios. O E-59 é amplamente utilizado como parte das etapas de preparação de superfície em líquidos penetrantes, garantindo que peças e componentes estejam devidamente limpos e livres de contaminantes antes da aplicação do método. Isso resulta em maior precisão na detecção de descontinuidades.


Aplicações na Limpeza de Óleo e Lubrificação

Além da área de inspeção, o E-59 é reconhecido por sua alta eficiência na remoção de óleo lubrificante em blocos de motores, peças mecânicas e superfícies impregnadas. Essa versatilidade torna o produto um aliado em setores que lidam com alto índice de contaminação por óleos, como oficinas de retífica, manutenção pesada e indústrias ferroviárias.


Uso em Retíficas e Setor Ferroviário

Empresas de retífica utilizam o E-59 para a limpeza precisa de motores e componentes, garantindo que o processo de remontagem ocorra em condições ideais. Já no setor ferroviário, especialmente em empresas de locomotivas, o produto se destaca por sua capacidade de remover resíduos de óleo em peças grandes e complexas, onde a limpeza é crítica para a confiabilidade e durabilidade do equipamento.


Vantagens do E-59

  • Solvente alifático de alta performance.
  • Ideal para preparação de superfície em ensaios não destrutivos.
  • Excelente remoção de óleo lubrificante e graxa.
  • Uso consolidado em retíficas e empresas de locomotivas.
  • Versatilidade: atende manutenção industrial, inspeção e limpeza pesada.

O E-59 não é apenas um solvente. Ele representa uma solução prática e confiável para setores que exigem limpeza profunda e precisão em ensaios não destrutivos. Seja em motores, peças industriais ou grandes sistemas ferroviários, sua aplicação garante eficiência, segurança e confiabilidade no dia a dia da manutenção.

Quer conhecer mais sobre o E-59 e suas aplicações? Fale com nossa equipe!

Leia também: Inspeções Industriais de Alta Qualidade Começam com uma Superfície Limpa

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Como Especificar Ensaios Não Destrutivos (END) em Propostas de Compra (RFQ)

Guia prático para compradores e engenheiros de suprimentos

Na indústria, os Ensaios Não Destrutivos (END) são fundamentais para garantir a qualidade, a segurança e a conformidade de peças e equipamentos. No entanto, muitas propostas de compra (RFQs) falham por não especificar corretamente o que está sendo solicitado — seja a contratação do serviço de END ou a aquisição de insumos e equipamentos para realizá-lo.

A seguir, apresentamos um guia prático para preparar RFQs claras e completas, com exemplos reais de produtos Metal-Chek e Supermagna.


1. Defina o que está comprando: serviço ou insumo

Antes de tudo, determine se sua RFQ será para:

  • Serviço de END – o fornecedor executa o ensaio e entrega o laudo técnico.
  • Materiais/insumos/equipamentos para END – sua equipe ou prestador usará os produtos adquiridos para realizar o ensaio.

Essa distinção evita confusão e garante que as especificações sejam adequadas para o que se deseja adquirir.


2. Especificando a contratação do serviço de END

Ao contratar um serviço, descreva como o ensaio deve ser feito e quais critérios de aceitação serão adotados.

a) Método e técnica

Indique o método e a técnica:

  • Ex.: Líquido penetrante, Tipo I, Método A, Nível 2, utilizando Metal-Chek FP 91
  • Ex.: Partículas magnéticas via seca, pó branco, utilizando Supermagna WD 55

b) Norma de referência

Defina a norma aplicável (ASTM E165, ASTM E709, ASME Section V, AWS D1.1 ou normas internas, como Petrobras N-1596/N-1598).

c) Critérios de aceitação

Determine códigos e níveis (ex.: ASME VIII Div.1, EN 1369, Nível 2 ou 3).

d) Qualificação dos inspetores

Exija certificação SNQC/ABENDI ou ASNT SNT-TC-1A, Nível II ou III, conforme o método.

e) Condições de execução

Inclua requisitos como limpeza, iluminação adequada (lux ou µW/cm²), temperatura, umidade e tempos de aplicação.

f) Documentação e rastreabilidade

Peça laudos com fotos, croquis e identificação de peças, garantindo rastreabilidade por lote ou número de série.


3. Especificando a compra de materiais e equipamentos para END

Ao comprar insumos ou equipamentos, a RFQ deve conter detalhes técnicos do produto.

a) Líquidos Penetrantes

  • FluorescenteMetal-Chek FP 91, Tipo I, Método A, Nível 2
  • VisívelMetal-Chek VP 30, Tipo II, Método A
  • VisívelMetal-Chek VP 31, Tipo II, Método C

b) Reveladores

  • Seco: Metal-Chek D72, forma a
  • Não aquoso: Metal-Chek D70, forma d, e
  • Aquoso: Metal-Chek D76, forma b

c) Removedores / Limpadores

  • Solvente: Metal-Chek E 59, Classe 2
  • Solvente: Metal-Chek R 501, Classe 1

d) Partículas Magnéticas

  • Via seca branca: Supermagna WD 55
  • Via seca amarela: Supermagna YD 404
  • Via úmida fluorescente: Supermagna LY 2000
  • Via úmida visível vermelha: Supermagna RW 222
  • Via úmida visível preta: Supermagna BW 333

e) Equipamentos


4. Boas práticas para qualquer RFQ de END

  • Seja específico: evite termos genéricos como “teste de LP” sem indicar método, tipo e norma.
  • Padronize as descrições em todas as requisições.
  • Aprove a proposta técnica antes do preço.
  • Inclua requisitos de segurança e meio ambiente (EPI, descarte adequado de produtos).

Conclusão

Uma especificação clara — seja para contratar o serviço de END ou adquirir insumos Metal-Chek e Supermagna — garante que o processo seja executado com qualidade, reduz riscos e evita retrabalho.

Quer aprofundar?  Leia também: Como escolher o tipo de penetrante ideal para cada aplicação.

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Como Escolher o Tipo de Penetrante Ideal para Cada Aplicação – Ensaio Não Destrutivo

Na inspeção por líquidos penetrantes, a escolha do produto correto é determinante para a sensibilidade, a confiabilidade e a compatibilidade do ensaio. Especificar um penetrante inadequado pode levar à detecção incompleta de descontinuidades, danos ao material ou até rejeições desnecessárias.

Este guia vai ajudar você a entender quais fatores considerar e como selecionar o penetrante mais adequado para sua aplicação, com exemplos reais da linha Metal-Chek.


1. Comece entendendo a classificação dos penetrantes

Os líquidos penetrantes são classificados principalmente por tipométodo de remoção e nível de sensibilidade.

a) Tipo

  • Tipo I – Fluorescente
    Alta sensibilidade, inspeção sob luz UV. Ideal para detectar descontinuidades muito finas.
    Ex.: Metal-Chek FP 91, Tipo I, Método A, Nível 2.
  • Tipo II – Visível
    Indicações visíveis a olho nu sob luz branca. Mais simples e rápido, ideal para inspeções em campo.
    Ex.: Metal-Chek VP 30, Tipo II, Método A; Metal-Chek VP 31, Tipo II, Método C.

b) Método de remoção

  • A – Lavável em água (remoção simples com água)
  • B – Pós-emulsificável lipofílico (emulsificante aplicado após o penetrante)
  • C – Solvente removível (remoção com pano e solvente, como Metal-Chek E 59 ou Metal-Chek R 501)
  • D – Pós-emulsificável hidrofílico (emulsificante à base de água)

c) Nível de sensibilidade (Tipo I)

Varia de Nível 1 (baixa sensibilidade) a Nível 4 (ultra alta). Quanto mais crítico o componente, maior o nível recomendado.


2. Considere o material a ser inspecionado

  • Aços inoxidáveis, titânio e ligas especiais: requerem penetrantes com baixo teor de halogênios e enxofre, e reveladores compatíveis.
    Ex.: Metal-Chek FP 91 com certificação de contaminantes conforme ASTM E165.
  • Aço carbono e ferrosos: maior flexibilidade de escolha, dependendo do critério de aceitação.
  • Materiais porosos: exigem cuidados para evitar penetração excessiva e falsas indicações.

3. Ambiente e condições de inspeção

  • Ambientes com baixa iluminação controlada: preferir fluorescente (Tipo I).
  • Inspeção em campo ou áreas com restrição de iluminação UV: optar por visível (Tipo II).
  • Locais sem água corrente: considerar método C (solvente removível) para limpeza do excesso.

4. Compatibilidade com normas e critérios

Sempre alinhe o penetrante e o revelador à norma exigida:

  • ASTM E165, ISO 3452, ASME Section V, Petrobras N-1596.
    E inclua na RFQ a exigência de certificado de lote e FISPQ.

5. Combinando penetrante, revelador e removedor

Para um ensaio eficaz, escolha um conjunto compatível:

  • Metal-Chek FP 91 (fluorescente) + Metal-Chek D70 (revelador não aquoso) + Metal-Chek E 59 (removedor solvente).
  • Metal-Chek VP 30 (visível) + Metal-Chek D72 (revelador seco) + Metal-Chek R 501 (removedor solvente).

Conclusão

Escolher o penetrante certo não é apenas questão de preferência — é garantia de resultado confiável e conformidade com normas técnicas.
A Metal-Chek oferece soluções para diferentes níveis de sensibilidade, métodos e tipos, sempre acompanhadas de certificação técnica e suporte especializado.

Entre em contato com a equipe técnica da Metal-Chek.

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Os Principais Métodos de Inspeção Industrial e Como Escolher o Ideal

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Detecção de Vazamentos Industriais com Aditivos Fluorescentes e Luz UV: Método Não Destrutivo e Eficiente

Vazamentos industriais não são apenas uma dor de cabeça operacional. Eles podem comprometer a segurança, a produtividade e a conformidade ambiental de uma planta. Por isso, a detecção precoce de vazamentos é uma prática essencial para qualquer indústria moderna, especialmente em contextos como a Indústria 4.0, onde monitoramento contínuo e manutenção preditiva são peças-chave para a eficiência.

Neste artigo, vamos explorar um dos principais métodos de detecção de vazamentos industriais com foco em técnicas não destrutivas baseadas no uso de aditivos fluorescentes e lanternas UV. O objetivo é fornecer uma visão abrangente, técnica e acessível para profissionais que atuam com manutenção industrial, inspeção, indústria e setores onde a confiabilidade operacional é inegociável.

Por que detectar vazamentos com precisão é vital?

Antes de mergulharmos no método, vale reforçar: vazamentos podem causar grandes prejuízos. Estamos falando de:

  • Perda de fluidos industriais (óleo, gás, água, ar comprimido, fluido refrigerante, entre outros);
  • Aumento de custos operacionais;
  • Riscos de incêndio ou contaminação;
  • Danos a equipamentos e estruturas;
  • Interrupções de produção;
  • Não conformidades legais e ambientais.

Em um cenário onde a manutenção preditiva está cada vez mais integrada às estratégias industriais, o uso de ensaios não destrutivos (END) para identificar e corrigir vazamentos se tornou um diferencial competitivo.

A tecnologia dos aditivos fluorescentes

A detecção com corantes fluorescentes é uma das técnicas mais seguras, simples e eficazes para identificar vazamentos. O aditivo fluorescente funciona efetivamente em qualquer sistema circulatório fechado, onde os líquidos são usados para lubrificação, hidráulica, controle de refrigeração e sistemas combustíveis.

O método consiste na adição de um aditivo fluorescente — geralmente um líquido colorido e miscível com o fluido do sistema (como óleo, água, combustível ou fluido refrigerante) — que se concentra nos pontos de fuga. Quando exposto à luz ultravioleta (UV), esse aditivo emite uma fluorescência intensa, tornando visíveis até mesmo os menores vazamentos.

Como funciona o método:

  1. O corante fluorescente é adicionado ao sistema que se deseja inspecionar (tubulações, tanques, trocadores de calor, radiadores, sistemas hidráulicos etc.).
  2. Após um período de circulação, o sistema é inspecionado com uma Lanterna UV.
  3. Os vazamentos são identificados visualmente como manchas brilhantes, geralmente em tons de verde, amarelo.

Vantagens:

  • Método não destrutivo;
  • Custo acessível;
  • Detecção rápida e visual;
  • Excelente para vazamentos pequenos;
  • Compatível com diversos tipos de fluidos.

Aplicações típicas:

  • Sistemas de refrigeração industrial e automotiva;
  • Tubulações de óleo;
  • Instalações hidráulicas;
  • Reservatórios;
  • Equipamentos de climatização (HVAC/R).
  • Linhas combustíveis;

O papel das lanternas UV

As lanternas UV são ferramentas indispensáveis nesse processo. Sua principal função é emitir radiação ultravioleta, na faixa de 365nm, para excitar as moléculas fluorescentes do aditivo, tornando o vazamento visível a olho nu.

Características das lanternas UV:

  • Portáteis;
  • Alimentação por bateria;
  • Certificação IP;
  • Potência e comprimento de onda específicos para maior contraste visual;
  • Longo alcance;
CritérioAditivo Fluorescente + UV
Tipo de vazamento detectadoFluido visível (óleo, água, combustível)
CustoBaixo
Facilidade de usoAlta
Requer parada do sistemaEm alguns casos
Ideal para manutenção preditivaSim
Geração de dados digitaisNão

Boas práticas na inspeção de vazamentos

  • Utilizar aditivos certificados e compatíveis com o fluido do sistema;
  • Seguir as instruções do fabricante quanto à concentração e tempo de circulação;
  • Usar lanternas UV com comprimento de onda adequado;
  • Registrar os pontos de vazamento identificados com fotos e laudos técnicos.

Segurança e meio ambiente

A escolha do método deve sempre considerar os impactos ambientais e de saúde. Aditivos fluorescentes de qualidade possuem certificação NSF e Grau OEM, mas seu descarte deve ser feito conforme normas ambientais locais. O uso de lanternas UV também deve seguir normas de segurança, evitando exposição direta prolongada à radiação.

Conclusão: tecnologia aliada à manutenção inteligente

A detecção de vazamentos com aditivos fluorescentes e lanternas UV representa uma solução eficiente, acessível e visualmente poderosa para manter a integridade dos sistemas industriais.

Se sua empresa atua nos setores de indústria e comércio, manutenção industrial, inspeção e soldagem, incorporar essas práticas pode representar uma economia significativa, além de garantir conformidade, segurança e desempenho.

Quer saber quais aditivos fluorescentes e luminárias UV são ideais para seu tipo de aplicação? Fale com a equipe técnica da Metal-Chek — especialista nacional em soluções para Ensaios Não Destrutivos.

Entre em contato: (11) 3515-5287

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